Desenhos a lápis de grafite por CrisFonseca
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Desenho a lápis de grafite: Cão 3
quinta-feira, 2 de junho de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Desenho a lápis de grafite e aquarela: Olhos de Águia
Segundo os índios, a águia é um pássaro sobrenatural que se esconde nas núvens de tempestade, cujos olhos lançam raios e cujas asas gigantescas reproduzem o som do trovão. Assim a águia é a representação do grande espírito, Waran Tanka.
Este é o último desenho da série indígenas, completei a primeira etapa deste projeto que esta apenas iniciando.
Desenho feito lápis de grafite e aquarela, 50cm x30cm
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Desenho a lápis de grafite e aquarela: Trilha das Lágrimas
Desenho a lápis de grafite e aquarela, 50x30cm, Mi-teintes.
Trilha das Lágrimas foi o nome atribuido pelos nativos, ás viagens de recolocações e migrações forçadas, impostas pelo governo americano ás diversas tribos indígenas, por volta de 1831.
Os índios sofreram muito com as remoções e vários morreram durante as viagens e acampamentos, muitos filhos foram retirados dos indígenas, na tentativa de dar lhes uma nova cultura, ou seja tirar-lhes o direito de ser um nativo.
"Pairava no ar um sentimento de ruína e destruição, o fim dos atraiçoados e um inexorável; ninguém poderia assistir aquilo sem sentir um aperto no coração. Os índios estavam quietos, sombrios e taciturnos. A um deles que falava inglês eu perguntei porque os Chactas estavam deixando suas terras. "Para ser livre," o nativo me respondeu. Nós... assistíamos era a expusão... de um dos mais famosos e antigos povos americanos." Alexis de Tocqueville, Democracy in America adieu
segunda-feira, 21 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
Desenho a lápis de grafite e aquarela: Indio Norte Americano

Desenho a lápis de grafite e aquarela H, HB e 2B Staedtlher, papel Mi-Teintes, 50cmx 30cm.
"Eu estou cego e não vejo as coisas deste mundo; mas quando a Luz desce do Alto e ilumina o meu coração, então vejo, porque o Olho do coração tudo vê...."Alce Negro
"Que os meus inimigos sejam fortes e corajosos, para que ao ser vencido não me sinta envergonhado." Provérbio Cheyenne
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Desenho a lápis de grafite: Casal
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Desenho a lápis de grafite
Fotografia 3x4 de alguns anos atrás, na qual usei para o desenho..
Desenho feito a lápis de grafite Staedtlher H, HB e 2B, papel Mi-teintes, 50cm x30cm
sábado, 6 de novembro de 2010
Desenho a lápis de grafite e aquarela: Indiozinho
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Desenho a lápis de grafite: Indígena Metuktire
Metuktire (Txucarramãe), faz parte de um dos 14 sub grupos da tribo Caiapó, habitam um vasto território que se estende do Pará ao Mato Grosso, na região do rio Xingu.
Enfeitam-se com colares de dentes de onça, a quantidade de dentes esta relacionada a bravura e a coragem.
Desenho feito a lápis de grafite e aquarela staedtler, 50cmx30cm, papel Fabriano 121L
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Desenho a lápis de grafite: Indígena
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Desenhos a lápis de grafite: Indígena Guajajara
Os Guajajaras são um dos povos indígenas mais numerosos do Brasil. Habitam onze terras indígenas na margem oriental da Amazônia, todas situadas no Maranhão. Em 2000 sua população era de 13.100 pessoas.
A língua falada por eles é o tupi-guarani. Sua história de mais de 380 anos de contato foi marcada tanto por aproximações com os brancos como por recusas totais, submissões, revoltas e grandes tragédias.
Foram também conhecidos por muitos povos brasileiros como os "cuia de aço" por fazerem ferramentas excelentes para o trabalho.
Se alimentam principalmente de caça e de frutas cultivadas por eles.
Deixo minhas desculpas aos meus visitantes e seguidores, havia dito etnia ticuna.
Desenho feito em grafite e aquarela, 50X30cm.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Desenho a lápis de grafite: Menina Yanomami

A palavra yanomami significa ser humano. Se localizam no Brasil e Venezuela. Estima-se que a noroeste do Estado de Roraima estão situadas 197 aldeias que somam 9.506 pessoas, e a norte do Amazonas estão situadas 58 aldeias que somam 6.510 pessoas.
As mulheres yanomamis tem seus filhos a cada dois anos, uma vez que a mãe carrega o filho no colo até dois anos de idade, quando já tem segurança de seus passos. A mulher yanomami tira da floresta seu anticoncepcional. Geralmente tem seus filhos isoladas às margens dos rios, em sua cultura a mãe yanomami não pode ter gêmeos, pois não pode cuidar de dois filhos ao mesmo tempo, desta forma a criança mais fraca é levada pela corrente do rio.
As yanomamis pintam seus rostos de preto como sinal de luto, e os yanomamis como sinal de guera e de festa.
As mulheres yanomami se enfeitam perfurando o ouvido de forma que entre o caule de uma flor. Sempre em ocasiões festivas colocam flores na orelhas, as quais usam até que fiquem murchas e se enfeitam com talos de ervas e capim com perfurações no nariz, no centro e nos cantos da boca. Os homens usam só um palito central.
Na cultura yanomami, se um índio tira a vida de outro é punido com a morte, terá seus dias contados.
Em 1993 ocorreu o Massacre de Yanomami, conflito ocorrido em Roraima próxima a fronteira da Venezuela, pelo menos 16 yanomamis entre estes crianças, foram brutalmente assasinados por homens garimpeiros desprovidos de sabedoria , mas por outro lado armados até os dentes por ganância , sede de sangue e crueldade. Pena que ai não foi aplicada como na cultura yanomami a" lei de Damião, quem com ferro feri com ferro será ferido".
Texto baseado, na página Pesquisa em Índios Yanomamis( Cléber Bidegain Pereira)
Desenho feito a lápis de grafite e aquarela, papel Fabriano 121L, 50cm x30cm.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Desenho a lápis de grafite
Esta garotinha é muito especial, pois é fã desta arte, encanta-me ver crianças e arte juntas.
Denho a lápis de grafite H, HB e 2B, papel Fabriano 121L, 30cmX28cm
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Desenho a lápis de grafite: Sioux
O termo Sioux pode vir da expressão serpente pela bravura, e por serem grandes guerreiros.
Eram os mais agressivos contra os brancos, viviam da cultivo do milho e da caça de bisões e búfalos, dedicavam-se aos rituais sagrados da dança do sol, que acreditavam purificar e renovar as almas. Aconteciam nos solstícios de verão e duravam até 8 dias. A relação com o mundo místico influenciava em seus nomes, uma vez que eram provenientes de sonhos.
Ao atingir a idade adulta os indios Sioux, subiam até a montanha negra para obter um nome através de uma visão.
Desenho feito a lápis de grafite e aquarela, 50cmx30cm
terça-feira, 27 de abril de 2010
Desenho a lápis de grafite: Indígena KuiKuro
A Tribo KuiKuro, é uma das aldeias que faz parte do Parque Nacional do Xingu. Falam o dialeto Karib (carib alto- xinguano) e se localizam no Alto do Xingu, nas margens do rio Culuene, onde vivem 400 indígenas.
Vivem em Grandes malocas de base ovalada, sua planta é circular com praça central, como todas as aldeias do alto xingu.
O Kuikuro (peixinho bicudo), são místicos e mantém suas crenças e rituais.
Certas estrelas para o Kuikuro determinam as atividades produtivas e rituais e definem as estações da seca e da chuva. Acreditam e se baseiam nas constelações, mantém uma linguagem única com o céu, projetando personagens e acontecimentos da sua propria sabedoria indígena.
Sabedoria indígena que nós, os brancos, enraizados no capitalismo e na avassaladora ganância nos mantemos cada vez mais cegos.
Não posso deixar de lado a expressão de maior desrespeito as tribos indígenas que vivem as margens do Xingu, que irá se materializar na usina de Belo Monte, que tem como um dos planos mudar o curso do Rio Xingu. Sem mencionar a agressão a biodiversidade.
"Somente após a última árvore ser cortada.
Somente após o último rio ser envenenado.
Somente após o último peixe ser pescado.
Somente então o homem descobrirá que dinheiro não pode ser comido!!"
Provérbio Cree
Este desenho faz parte da exposição Os Indios da América, que pretendo realizar este ano.
Desenho baseado em fotografia de Wilian Aguiar.

